Judite, artista de cinema e história em quadrinhos

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Judite, artista de cinema e história em quadrinhos

Todos os anos, nosso prêmio (meu e minha irmã), por ter passado de ano, era vir a Salvador para assistir aos filmes d’Os Trapalhões, no cinema. Lembro do encanto que sentia ao ver aquelas histórias contadas numa tela gigante, aquelas pessoas enormes vivendo um monte de situações que me emocionavam, faziam rir, chorar e, sobretudo, querer viver ali dentro.

Outra coisa que eu sempre sonhei foi ser personagem de história em quadrinhos. Adorava A Turma Mônica! Desejava que Maurício de Souza me desenhasse aprontando com o pessoal. Tempos depois, quando conheci a turma do Fala Menino! eu tinha certeza que eu era um deles por tamanha identificação e foi isso que levou a convidar Luis Augusto (seu criador) para fazer a HQ de Judite.

Pois bem, sonhos realizados! Neste sábado (15/10/2016), às 16h, na Saladearte Cinema do Museu, será a estreia do curta “Um Jardim para Judite”, dirigido por Jana Leite e o lançamento, em Salvador, da história em quadrinhos “Os destinos de Judite”. Nesta ocasião, contaremos com a presença da Gibiteca do Guilherme, um projeto maravilhoso de um menino encantador de Santo Amaro. Coisa boa é encontrar parceiros pela vida!

Videoarte Um Jardim para Judite

Curta metragem, dirigido por Jana Leite, com narração do ator Harildo Deda, visita com olhar poético o quintal da Casa 53, em Santo Amaro/BA, onde aconteceu o projeto Um Jardim para Judite, comemorando os 10 anos do espetáculo Judite quer chorar, mas não consegue!

História em Quadrinhos Os Destinos de Judites

O autor do Fala Menino, Luís Augusto, junto com Edu O., o criador de Judite, se encontram para lançar uma História em Quadrinhos da lagartinha. “Estamos todos sempre juntos. Acredito piamente nisto. Neste caso, não lembro de ter existido antes de Judite. Acho que, mesmo antes da lagarta ter brotado da criatividade do Edu, ela já estava nele e em todos nós. A primeira vez que tive consciência de sua existência, creio ter sido em uma apresentação no Vila Velha há alguns anos atrás. Depois veio o segundo encontro, quando fui convidado para entrar na família. Foi mais emocionante ainda, por que até então, a lagarta era para mim, responsabilidade apenas do seu criador, mas, de repente, era minha também”, conta Luís Augusto.

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foto Rodrigo Teixeira

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